Música

Capítulo 13 – Ano 2010

Crédito Da Foto: Arquivo Pessoal

Início mais do que aguardado para os que gostam de Rock/Heavy Metal e Hard Rock, uma das melhores bandas do estilo marcou show na minha querida cidade, o Guns N’Roses. A apresentação marcada para 10 de março e com show de abertura do não menos importante vocalista do Skid Row, Sebastaian Bach. Os ingressos para o espetáculo foram colocados a venda no final do mês de janeiro. Mesmo nesse ano os valores desses ingressos foram caros, mas muitas pessoas pagaram pois pode ser a única oportunidade de ver a banda em Belo Horizonte.

Ingressos comprados, agora era hora de segurar a ansiedade de ver a banda no palco executando alguns de seus vários clássicos que os consagrou nos 80/90, antes da separação de seus principais fundadores, resultado apenas Axl Rose da formação original que gravou Appetite For Desstruction e durou até 1993. Muitos sabiam que a banda estava bem diferente e com a sonoridade longe do que a tornou famosa. Tivemos essa noção sete anos antes desta apresentação na capital mineira; pois a banda aceito um convite de Roberto Medina para encerrar uma das noites do Rock In Rio em 2001. Todos se assustaram com a aparência de Axl e também sua voz não ter a mesma potência de antes. Outro fator interessante sobre esse show do Guns em BH (Belo Horizonte); foi que sete anos antes meu pai foi “profeta” no dia do show da banda no Rock In Rio eu falei para ele que gostaria de estar naquele dia no Rio para vê-los; meu pai falou a seguinte frase: “quem sabe algum dia eles não tocam aqui”; pois foi exatamente isso que aconteceu anos depois.

O show foi maravilhoso; claro que tem seu rilho, mas não tem a mesma “atmosfera”que possuía com a formação original; realmente Axl não sustenta as notas altas; deixa para os companheiros de banda ou para nós fãs. Mesmo assim foi bom ver a banda. As músicas do Chinese Democracy não empolga muito o público, apenas algumas músicas o público é receptivo.

Valeu cada centavo pago para assistir esse show; pois contou com duas lendas vivas do Hard Rock em Belo Horizonte não tem preço!!!!!!!

A gravação do show ficou bacana, com erros de quem não é profissional, na metade do show até o final do show a gravação ficou bem melhor. Nas músicas principais a gravação ficou muito, muito legal. Tomara que Sebastian Bach volte a Belo Horizonte para fazer um show completo.

Na véspera do show do Guns eu e um grande amigo ficamos sabendo da apresentação de uma das bandas de death metal que ele gosta, praticamente uma semana depois do Guns N’ Roses. Acabou que compramos o ingresso para este show da banda Benediction.

Antes destes dois shows uma das bandas que mais gosto o Iced Earth tocou em BH um mês antes das apresentações do Guns e Benediction, gostaria e muito de ter assistido a banda, mas não conseguimos convencer minha mãe e no caso dele convencer a irmã a comprar os ingressos para vermos o Iced Earth.

Voltando a falar do show do Benediction, o show foi ótimo a banda agita muito, faz com que o público agite bastante, o vocalista pedindo para abrir as famosas rodas de mosh. A banda não para um minuto no palco principalmente o vocalista. Até eu que não acompanho muito a banda e o estilo, vou comprar cds da banda. Valei grande amigo pela indicação.

Ao longo do ano fui a muitas apresentações de bandas de death metal em uma das de show daqui de Belo Horizonte. Mas depois desses dois shows meu amigo não ficou bem e teve que ficar internado por alguns dias. Ao melhorar um pouco acompanhamos uma apresentação da banda Manowar, causando grande preocupação em mim e para sua irmã em relação a sua saúde.

O show da banda aconteceu no dia nove de maio deste ano. Muitos fãs pensaram que como seria a primeira vez que a banda vinha a cidade tocaria alguns clássicos, mas infelizmente não foi isso o que aconteceu. Isso deixou todos descontentes, a apresentação foi boa os caras tocam muito, são competentes, porém descontentaram os fãs. Saldo foi positivo, pois conseguimos pegar autógrafos e bater fotos com os cara da banda e acabei ganhando uma cantada do baixista da banda.

Os próximos meses foram até certo ponto de tranquilidade, mas a partir do mês de julho meu amigo não ficou bem de saúde. Preferiu voltar para a cidade dele no mês de outubro.

Antes disso acontecer, o último show que acompanhou comigo e ele estava extremamente bem; foi no show do Tuatha de Danann no dia 18 de julho. Depois de muito acompanha-lo nos shows principalmente de death metal, esse meu amigo me acompanhou no show do Tuatha. Foi justamente nesse show que ele me viu curtindo Heavy metal, pois o Tuatha era e ainda é uma das melhores bandas de Minas que mais gosto.

O show do Tuatha foi maravilhoso é uma energia muito boa que a banda passa e recebe de volta pela agitação do público. Infelizmente foi meu primeiro e último show da banda que assisti, pois após essa apresentação a banda não realizou mais shows.

Muitas coisas boas e ruins aconteceram até o final do ano. Entre o final do mês de outubro e início de novembro eu e meu amigo ficamos sabendo da apresentação de Ozzy, ex – vocalista do Black Sabbath em BH e, é claro que compramos o ingresso para assisti-lo no mês de abril do ano seguinte: 2011.

Dessa forma se encerra o ano de 2010, com a grande notícia da apresentação de Ozzy em Belo Horizonte.

Para encerrar o capítulo, um alerta que pode ajudar quem passou ou passa por esse problema: vício em álcool e drogas; sempre busquem apoio em seus familiares e amigos de verdade, não aqueles que se dizem amigos e o levam ainda mais fundo no vício, falo de experiência própria. O vício dessas duas drogas uma legalizada – o álcool e a outra ilegal – drogas, tem solução; a pessoa precisa querer e ter muita, mas muita força de vontade para largar o vício.

Música

Capítulo 12 – Ano 2009

Crédito Da Foto: Arquivo Pessoal

Dia 18 de março de 2009, após dois anos do show da banda alemã Blind Guardian, a cidade de Belo Horizonte, viveu mais uma vez um dia de grande felicidade com o grande show da banda inglesa Iron Maiden que tocou pela primeira vez na cidade.

Para muitos foi um dia absolutamente normal, dia de jogo no Mineirão e o show realizado no Mineirinho. No entanto para muitas outras pessoas não foi um dia normal, foi um dia de muita expectativa para o show e como seria à apresentação.

Eu fui ao show em cima da hora, com uma amiga; depois foi uma correria para chegar ao Mineirinho a tempo para o início do show e ainda comprar o ingresso. No final deu tudo certo, compramos os ingressos e escolhemos um bom lugar para assistir o show.

O show foi maravilhoso, foi inacreditável quando Bruce Dickison, Steve Haris, Nicko Mcbrain, Dave Murry, Adrian Smith e Janice Cers subiram ao palco o Mineirinho em peso cantando as músicas, agitando nas partes instrumentais, gritando o nome da banda em vários momentos do show e alguns gritavam o nome de Bruce Dickinson.

Quando as luzes do Mineirinho se apagaram e começou o discurso de uma presidente, sabíamos que a partir dessa introdução ia ser um grande show. A cidade teve os fogos a troca do cenário a medida que as músicas desses álbuns foram sendo executadas; a única composição “intrusa” foi Fear Of The Dark que faz parte do álbum de mesmo nome, porém lançado em 1992. Essa música ao vivo com todos fazendo coro é de arrepiar, quem foi sabe o tamanho da sensação. Outras músicas causaram grande euforia em todos, como Phaton Of The Opera, Aces High, The Number Of The Beast, Wasted Years e outras.

A frase que estava no flyer do show tem um significado muito grande e quem foi ao show e mora em Belo Horizonte sabe com exatidão o seu significado. A frase é essa: “POUCAS VEZES A VIDA NOS DÁ UMA SEGUNDA CHANGE”.

Observações em relação a banda:

01) A banda toca com três guitarrista.

02) Seus integrantes e seus respectivos instrumentos:

Bruce Dickinson: Vocalista

Steve Harris: Baixista

Nicko Mcbrain: Baterista

Dave Murry: Guitarrista

Adrian Smith: Guitarrista

Janick Gers: Guitarrista

Dois meses depois da apresentação do Iron Maiden no mês de março, em maio os fãs do Black Sabbath tiveram a oportunidade de ver a banda no palco em Belo Horizonte com o vocalista Ronnie James Dia, cantando as músicas que gravou no período em que assumiu o posto após a saída de Ozzy da banda. Por questões de direitos autorais a banda apresentou-se como o nome de Heavy And Hell.

A apresentação das duas bandas em um curto espaço de tempo entre um evento e outro gerou algumas reclamações por parte dos fãs que gosta das duas bandas. O alto valor dos ingressos foi determinantes para que os apreciadores das duas bandas escolhessem quais dos dois shows poderiam ir.

Ao longo do ano a cidade recebeu apresentações de grandes bandas nas mais variadas vertentes. O segundo semestre reservou uma surpresa para mim, a apresentação da banda Faith No More, sendo a única vez que a banda tocou na cidade.

Antes desse show, assisti as apresentações das bandas Angra e Stratovarius em meses diferentes e dois meses antes do show do Faith No More. Curiosidade os três shows ocorreram em sequência. A apresentação do Angra foi no mês de setembro do Stratovarius no mês de outubro e do Faith No More no mês de novembro.

A apresentação do Angra foi muito boa sendo a última tendo Aquiles como baterista da banda já que ao final daquela turnê ele não fazia mais parte da banda. O show do Stratovarius foi melhor ainda; a banda estava com um novo guitarrista depois da saída do fundador do grupo, o guitarrista Timo Tolkkin. Tanto os fãs quanto a impressa; ficaram receosos com o futuro da banda com a saída de Tim do Stratovarius. Essa incerteza foi desfeita com a apresentação do conjunto em vários lugares, além da turnê no Brasil.

O show demonstrou que a banda tinha e tem a capacidade de continuar a fazer bons álbuns e ótimos shows pelo mundo. O show foi muito bem intercalado, com músicas do novo cd e com os clássicos que todos que estavam presentes gostariam de ouvir.

A banda fez uma das coisas mais acertadas, intercalar logo no início da apresentação as músicas que os fãs querem ouvir com as canções do álbum recém-lançado. Como a banda vinha de um momento turbulento que os fãs acabaram acompanhando bastante apreensivos, os músicos estavam precisando da energia de seus fãs nos shows para terem uma segurança maior de que a banda tem ainda um longo caminho dentro do estilo; não somente isso, que eles também se sintam confiantes em continuar com essa banda que é Stratovarius e isso foi mais do que comprovado com o show aqui em Belo Horizonte.

O capítulo se encerra com a apresentação do Faith No More em BH (Belo Horizonte) e ele foi bacana pra mim; estar presente no show de uma das bandas que cresci ouvindo as músicas.

Antes de “falar” sobre o show do Faith No More, a banda que fez o show de abertura foi horrível; o som que esta banda executa não tinha nada de semelhante com o som feito pela banda principal. O erro da produção foi colocar uma banda indie, que todos os presentes no Chevrolett Hall não gostam do estilo. Foi o pior show de abertura que já vi em todos esses anos frequentando shows.

O show do Faith No More foi maravilhoso, bem equilibrado com momentos de pura agitação e em outros mais calmo. Não lembro a duração do show, sei que foi mais de uma hora de apresentação. Mike Patton agita como se estivesse em início de carreira como vocalista. Os outros músicos também agitam a sua maneira, porém quem levanta mesmo o público é realmente Mike Patton. Claro que muitos que estavam assistindo a apresentação estavam esperando os hits radiofônicos como Easy, Epic e outras composições que tocaram nas rádio na década de noventa.

É claro que algumas músicas ficaram de fora do repertório, mas nem por esse motivo deixou de ser para mim o segundo melhor show desse ano de 2009. Ao término da apresentação muitos ficaram esperando durante um bom tempo para receber autógrafos e tirar fotos com eles. Os dois integrantes que vários fãs queriam tirar fotos foram; Mike Patton – vocalista e Mike Bordin – baterista, que atenderam os fãs do lado de fora da casa de show com muita simpatia e sem nenhum estrelismo; apenas cansados de uma bela e caprichada apresentação. Temos que compreender que eles também envelhecem e as vezes a idade pesa. Mas mesmo com esses fatores eles – os integrantes da banda foram educados e atenderam seus fãs com um sorriso no rosto; deixando esses fãs com um sorriso de orelha a orelha.

Algumas semanas depois do show do Faith No More em Belo Horizonte, o boato da apresentação de uma grande banda de hard rock poderia fazer uma apresentação em BH; essa banda foi o Guns N’Roses. O show da banda foi confirmada em dezembro de 2009; a data anunciada para a apresentação foi dia 10 de março de 2010, sendo que os valores dos ingressos e os locais onde poderíamos comprar, só foram divulgados em janeiro de 2010. Com essa notícia se encerra o ano de 2009; já carregando todas as energias para o show do Guns.

Até 2010!!!

Música

Capítulo 11 – Ano 2008

Crédito da Foto: Arquivo Pessoal

O ano de 2008 foi diferente aos outros anos, fui à poucos eventos de metal; não deixando de acompanhar o que acontecia na cena. Nesse ano completou três anos que passei a ler uma revista especializada no estilo no país: a Rodie Crew; através dela conheci outras bandas e ao mesmo tempo ficava informada em relação as bandas que gosto e acompanho antes mesmo de saber da existência da revista.

Passei a frequentar menos shows por namorar e sair para outros lugares, com o namorado, que geralmente tinha festas de amigos para ir ou simplesmente passávamos os fins de semana juntos. Depois de um certo tempo comecei a cansar dessa situação e as festas na casa de amigos deste namorado não me agradava muito, pois tinha certas coisas que não concordava e deixei para lá. Percebi que o namoro não ia durar mais tempo fiquei tranquila; quando não passava o fim de semana com ele, saia com minha mãe ou com uma grande amiga minha. Alguns fins de semana ficava em casa lendo revistas, escutando música – Heavy metal é claro! lendo livro e assistindo seriado.

Fui a alguns shows sem a companhia dele que não gostava de metal e algumas vezes me criticava por gostar tanto do estilo, essa situação mudou quando o namoro acabou no ano seguinte que vai ser esclarecido no capítulo seguinte – capítulo 12 – ano 2009.

Para encerrar este capítulo que será menor em comparação aos outros; vou relatar shows que estive presente e outros que não fui, porém li ótimas resenhas contando como foram esses shows. Nesse mesmo capítulo vou comentar a programação de um show que irá ocorrer no ano seguinte, porém a confirmação da apresentação desta banda em Belo Horizonte, veio no final deste ano – a revelação de qual banda é vai ser revelada mais para o final do capítulo. (O capítulo 12 que vai trata-se do ano 2009; vi ser iniciado com o relato do show desta grande banda da qual vai saber com que “milagre”c conseguir estar).

No segundo semestre desse ano de 2008 dois shows que gostaria de ter estado presente e não foi possível eu ir: Whitesnake e Joe Satriani. Nos próximos dois ou mais parágrafos vou relatar as resenhas que li a respeito desses dois grandes shows em Belo Horizonte.

O evento que estive presente assistindo shows foi patrocinado por uma empresa de celular e em um parque da cidade. Minha presença nesse evento foi para acompanhar uma colega; que tem um amigo que participou do evento com sua banda.

As resenhas dos dois shows que agitaram a cidade no segundo semestre foram as melhores possíveis.

A apresentação da banda Whitesnake foi excelente na maioria das resenhas que li; afinal a banda tinha lançado um ótimo álbum com boas críticas relacionadas as novas composições. A casa de show ficou lotada para à apresentação da banda. Mesmo divulgando o novo trabalho os clássicos não foram esquecidos, fazendo a alegria dos fãs.

O outro evento que também foi bem aguardado principalmente para quem é fanático por guitarra teve uma oportunidade única de presenciar toda a técnica e talento do grande guitarrista Joe Satriani. As resenhas de sua apresentação em Belo Horizonte foram bastante elogiada positivamente divergindo em relação ao set List escolhido pelo guitarrista. Tirando esse detalhe à apresentação foi muito boa.

A banda que foi confirmada para apresentar-se em Belo Horizonte no início de 2009 é o Iron Maiden; esse ano de 2008 se encerra com essa bela notícia da presença da Donzela de Ferro – como a banda também é conhecida na capital mineira.

Música

Capítulo 10 – Ano 2007

Crédito da Foto: Arquivo Pessoal

O ano de 2007 já começa com a confirmação do show da banda alemã Blind Guardian, o show já estava anunciado desde o mês de outubro. Esse ano teve grandes shows, fui em alguns e outros não foram do meu interesse pessoal, mas que para outros foram de grande importância.

Como não estou escorrendo nenhum romance que vá vender milhões de reais, vamos ao que mais interessa que é a apresentação da banda nessa querida cidade.

Sexta-feira dia dezesseis de março de dois mil e sete, para a grande maioria da população era mais um dia normal; só que para a outra parte das pessoas foi um grande dia. O Blind Guardian apresentou-se pela primeira vez aqui em Belo Horizonte. O que falar do show? Foi maravilhoso o que eu presenciei no Chevrolet Hall é difícil traduzir em palavras a emoção quando iniciaram com Warth Of War e logo em seguida com Into To The Storm a partir dessa música até o encerramento com Mirror Mirror, o show foi ótimo. O Chevrolet Hall cantou todas as músicas deixando os músicos bem impressionados. The Bard’s Song In The Foreste foi elogiada pelo Hansi; falando que foi a melhor versão ao vivo que ele já tinha ouvido em dois anos. Essa fala dele alguns dias depois do show gerou algumas discussões entre o público de Belo Horizonte e São Paulo. Em uma das músicas o segurança não quis entregar a bandeira do Brasil para o Hansi, um rapaz que estava ao lado das meninas que fizeram a bandeira, conseguiu jogar a bandeira no palco e quase no final da música, o vocalista pegou a bandeira e leu o que estava escrito: no lugar de Ordem e Progresso estava: Blind Guardian Belo Horizonte.

Em outra música que ele foi anunciar, nós falamos primeiro do que o vocalista que respondeu: “Não questione os meus poderes” e falou o nome da música: dessa forma todo o Chevrolet Hall cantou a música Time Still (At The Iron Hill). Tocando várias músicas antigas e algumas canções do novo cd A Twist In The Myth, ficou com o público nas mãos.

A cada música os integrantes ficaram impressionados como nós cantávamos todas às músicas bem alto. Entre uma música e outra dava para perceber a satisfação dos músicos com a reação do público que cantou todas as músicas e teve direito em uma das músicas uma reverência de todos que estavam assistindo o show.

As duas músicas que os fãs mais esperavam eram realmente The Bard’s Songs In The Forest e Mirro Mirror, que encerrou esse que deve ser considerado por muitos o melhor show de 2007 em Belo Horizonte.

Na música In The Bard’s Songs In The Forest, nós do público cantamos tão alto que mal dava para ouvir a voz do Hansi e dos violões no início da música.

Ao longo do ano ocorreram outros grandes eventos em Belo Horizonte, principalmente direcionados para o heavy metal. Alguns desses shows não fui pelo fato que estava em preparação para prestar vestibular no meio do ano.

Antes de acontecer o show do Blind Guardian, assistir a uma apresentação do Thespian, que na ocasião apresentou as músicas para segundo cd em fase de preparação e aperfeiçoamento destas composições.

Dentro do primeiro semestre deste ano ocorreram outros eventos musicais; sendo um deles a presença ilustre de um dos grande guitarristas: Steve Vai. Não pude ir à apresentação por causa da faculdade que estava iniciando os estudos e para variar meus pais utilizaram isso como explicação para o meu não comparecimento no show, outro detalhe que fez a diferença o show ocorreu em um dia de semana.

No entanto, ainda sim fui a dois shows: a apresentação do Shaman com a nova formação e a banda Nação Zumbi acompanhando uma colega.

O show do Shaman foi muito bom; as músicas novas foram bem compostas e teve uma ótima aceitação do público presente. As músicas antigas não foram esquecidas pelos novos integrantes; sendo muito bem executadas por eles. Duas coisas que foram curiosas nesse show; o nervosismo do vocalista Thiago Bianchi e depois do show eles fizeram uma noite de autógrafo, que a minha mãe participou e ainda conversou com os integrantes da banda subindo a escada do Lapa.

Não acompanho muito a banda Nação Zumbi, então não vou entrar em muitos detalhes do show. Vou relatar apenas que a banda manteve viva a lembrança do vocalista que morreu em um acidente de carro, mantendo suas raízes do mangue beat como esse movimento musical ficou conhecido.

O show é muito bom e a energia entre banda e seus fãs fiéis é realmente intensa, alegre e de pura diversão.

Para mim o show que valeu o ano de 2007 foi a apresentação dos alemães do Blind Guardian sendo umas das melhores apresentações que eu assistir desde quando eu comecei á acompanhar o heavy metal.

Música

Capítulo 09 – Ano 2006

Crédito da Foto: Arquivo Pessoal

Nesse ano de 2006 o primeiro show que eu queria ir foi do Angra no final de janeiro dia vinte e oito. Não sei por qual motivo meu pai não me deixou ir ao show e não gostei nada desse decisão do meu pai, mas depois fiquei tranquila pelo fato de que durante o ano ocorreria mais shows que poderia ir.

Assistir a dois ensaios do Thespian, que foram os últimos, porque eles estavam preparando novas músicas para o segundo álbum. Ocorreram alguns shows que não fui porque estes não me interessaram, mas foram muito bons.

No mês de maio acontece um festival que reuniu várias bandas na casa de show Matriz, entre elas: Thespian, Domunis Praelii, entre outras. A maioria dessas bandas fizeram uma boa apresentação, muitas eram cores outros tinha músicas próprias. A banda Vortices não fez uma boa apresentação recebendo muitas vaias e gracinhas da maioria do público. Os outros com o público pequeno foi bem mais animado. Não conhecia o som da maioria das bandas, gostei muito da apresentação da banda Domunis Praelii. O show do Thespian foi ótimo, tocaram músicas antigas e algumas músicas novas que vão fazer parte do segundo cd que está em processo de gravação, tanto de novas composições, e lançamento do álbum.

Após esse show, começaram a anunciar um evento na cidade no mês de agosto, chamado Heavy In Metal Fest, trazendo nomes d peso do heavy metal brasileiro. As bandas que fizeram parte do festival era: Kiko Loureiro, Tribuzzy, Edu Falaschic, Eterna, Krystal Tears, Pettalcem. Esse evento gostaria de ter assistido, para rever o show do Tribuzzy, assistir à apresentação do Almah projeto solo do Edu Falaschic, Kiko Loureiro como o seu projeto solo No Gravity. Ainda nesse mês de agosto teve um workshop do Rafael Bittencourt, em Contagem, que infelizmente não pude ir pelo fato de ser em outra cidade e meu pai não me levaria, principalmente por se tratar de uma apresentação de um guitarrista.

No mês de outubro ocorreu o show do After Forever, a segunda vinda da banda para Belo Horizonte, o show começou com um atraso muito grande. Muitos começaram a reclamar da demora para os shows começarem. Nesse show uma coisa curiosa para mim a banda In Perppetum apresentou-se depois do After Forever. O show da banda holandesa foi maravilhoso, eles estavam em ótima forma. Meu amigo que foi comigo, comentou durante o show como a vocalista canta muito bem. Ele estava elogiando a voz da Floor que nesta turnê estava perfeita. Infelizmente não assistir o show do In Perppetum fui embora assim que o show do After Forever Terminou. Foi uma noite maravilhosa e antes de assistir os shows encontrei com quase todos os integrantes do Thespian.

O Pop Rock Brasil desse ano, precisa ser comentado aqui negativamente a rádio nesse 2006 sofreu uma mudança de direção e dessa forma sua programação também sofreu grandes modificações. Estas mudanças influenciaram nas escolhas das bandas para o festival. As bandas escolhidas não foi do meu agrado, senti falta das bandas de pop rock, como: Paralamas, Titãs, Nenhum de Nós e outras; principalmente as mineiras.

A rádio de certa forma se rendeu aos “modismos” e passou a tocar músicas de Hip Hop americano, Pop americano, além desses estilos, no que diz respeito as bandas brasileiras está focando em bandas que são consideradas emos e esquecendo das grandes bandas de rock e principalmente do nosso estado, como: Tianastácia, Jota Quest, Pato Fu, Código B e outras.

Com isso o evento ficou com pouco equilíbrio. Faltou algumas bandas e nos palcos alternativos algumas bandas não foram bem recebidas. Esse é um dos motivos que não escuto a rádio mais e nem as outras pelo fato de que a programação destas rádios estão iguais.

No último mês do ano teve dois shows na cidade de duas bandas grandes Dee Purple e Angra. No caso do Dee Purple na maioria das vezes que a banda está em turnê, passam por Belo Horizonte, no caso do Angra a banda estava comemorando quinze anos e suas apresentações eram especiais. Entretanto uma coisa me chamou a atenção o Chevrolet Hall estava vazio em relação ao show que fui em 2004 e do show que ocorreu em janeiro desse ano de 2006. O show foi muito bom deu para ficar na pista sem nenhum problema. Parece que no ano de 2006 já era anúncio do que ocorreria com a banda no ano seguinte. Mas mesmo assim os que foram ao show não se arrependeram.

Música

Capítulo 08 – Ano 2005

Crédito da Foto: Arquivo Pessoal

Ano de 2005 fui a poucos eventos, no início de março teve um show das bandas Tristania e Kreator que eu queria ir e não fui a estas apresentações por falta de dinheiro. Um dia antes dos shows alguns integrantes da banda Tristania realizaram uma tarde de autógrafo em uma loja da cidade. Fui a essa tarde de autógrafo que foi muito boa, tirei algumas fotos que não ficaram boas.

No mês de abril fui em um show de uma banda de pop rock que ainda gostava muito e tinha um motivo muito especial para eu ir a esta show.

No mês de junho teve um show do Hammerfall tendo como banda de abertura o Thespian eu iria nesse show, só que mais uma vez meu pai por pura implicância não me deixou ir e essa história acabou comigo chorando por não poder ir ao show.

Como não podia ir a mais shows fui acompanhando o que acontecia através de um programa que passava domingo a noite em uma rádio de Belo Horizonte; na internet pelos site das revistas especializadas; das bandas; pelo orkut e comprando uma revista especializada.

O mês de julho para quem acompanha o rock e o heavy metal é especial porque dia treze desse mês comemora-se o dia mundial do rock e durante todo o mês de julho ocorrem shows especiais para comemorar essa data. Durante o mês eu escuto as músicas das bandas que mais gosto e também procuro algum programa que fale sobre essa data.

No fim desse mês de julho, fui ao show do After Forever e a banda de abertura foi o Noturna. O início do show da banda foi muito bom, mas à medida que o show ocorria não agradou a maior parte do público. O show do After Forever foi maravilhoso, a casa de show estava cheia, todos cantaram as músicas que são maravilhosas. Foi um dos meus melhores shows. No mês de outubro fui a dois dos meus melhores shows. O primeiro foi o festival da Cogumelo (ocorreu em um sábado) comemorando, vinte e cinco anos de existência, a banda que abril as comemorações foi o Thespian ainda com as pessoas chegando ao Lapa Multishow.

A apresentação da banda foi maravilhosa e em uma das músicas contou com a participação do Hiran vocalista da banda Brave.

No domingo estava dentro do Chevrollet Hall para assistir à apresentação da banda Tribuzzy e os seus convidados que são grandes vocalistas; guitarristas; baixistas e bateristas. Alguns desses artistas são: Kiko Loureiro (Angra); Roy Z (produtor, Bruce Dickinson); Bruce Dickinson (Iron Maiden, Bruce Dickinson); Mat Sinner (Primal Fear, Siner); Ralf Scheepers (Primal Fear e outros). Muitas pessoas foram ao show para assistir principalmente à participação do Bruce Dickinson. Quando apenas a banda Tribuzzy começou o show todos cantaram as músicas. Ele conversou um pouco e agradeceu o público que o recebeu muito bem. Ele ficou bem surpreso e falou que sabia que a maioria estava presente no show para ver Bruce Dickinson.

O show estava maravilhoso e ficou bem melhor quando Tribuzzy começou a chamar ao palco seus convidados, a partir dessa parte do show foi uma festa só e se criou uma grande expectativa em que momento Bruce Dickinson subiria ao palco. Após a apresentação dos grandes convidados, chega o grande momento esperado por todos Bruce Dickinson é chamado ao palco e é claro que o público se manifestou muito, aplaudindo e gritando o nome dele e do Iron Maiden. Cantou a música junto com Renato Tribuzzy a música Beast In The Light que esta no cd Execution. Bruce logicamente cantou um dos seus grandes sucessos de sua carreira solo Tears Of The Dragon e depois disso o show tornou-se uma grande festa; todos os convidados subiram ao palco para cantarem várias canções e Bruce em uma determinada música assumiu as baquetas e pegou todos os presentes de surpresa. Depois ele voltou para cantar mais músicas com várias pessoas da plateia que subiram ao palco, depois de mais algumas músicas o show foi encerrado.

As pessoas saíram com um grande sorriso no rosto por poderem ver em show onde vários ídolos nossos estavam aqui em Belo Horizonte. Em vários momentos do show nós gritamos o nome de Tribuzzy e ele ficou muito agradecido com o público mineiro. Entre uma música e outra ela falou que sabia que muitos dos que estavam presentes, estavam esperando por Bruce Dickinson. Como o público cantou as músicas junto com ele até os convidados subirem ao palco, ele ficou surpreso e muito feliz. Dessa forma todos saíram do show com uma felicidade estampada no rosto.

Música

Capítulo 07 – Ano 2004

Crédito da Foto: Arquivo Pessoal

Ano de 2004, desde maio estou indo a shows, vou até no Pop Rock Brasil tentar conhecer a banda Tianastácia, esperei cinco anos para poder ir ao Pop Rock e tentar conhecer a banda.

O Guilherme (Mr. Rock) a duas semanas atrás falou que vai fazer o Rock História três, caso o evento aconteça no fim desse ano é bem provável que eu vá. Os outros shows que vou são Thespian, Angra e Nightwish.

Mês de maio dia dezesseis, 19:00 aguardava o início do show do Código B, Tianastácia e Detonautas para pular até não aguentar nos três shows. Neste mês tive a oportunidade e a realização de um grande sonho, conhecer uma banda de rock; que aconteceu por causa de um trabalho do colégio. Como o trabalho foi sobre música tive a ideia de entrevistar essa banda para fazer um trabalho completo e diferente. No dia vinte e dois de maio de 2004 fui em um estúdio no bairro Santa Efigênia para assistir e entrevistar a banda Thespian.

No mês de setembro de 2004, nos dias onze e doze aconteceu o Pop Rock Brasil e neste ano tive a oportunidade de ir aos dois dias de shows. Fui ao show com uma amiga e no estádio conheci as outras amigas dela. Os shows estavam bons, mas os dois que eu mais gostei foram CPM22 e Tianastácia. Nesse Pop Rock Brasil assistir o show dos Los Hermanos do palco junto com minha amiga. Após o show antes da gente ir embora para casa, ficamos conversando com alguns dos integrantes das bandas que participaram do festival. E eu acabei ficando com o baterista de uma das bandas que participaram dos dois dias do Pop Rock Brasil.

No mês de novembro fui em apenas dois shows. Como fiquei fã da banda Thespian e acompanhando os ensaios deles, acabei comparecendo no show do grupo; que foi muito bom, com ótimas músicas e tendo um vocalista com uma voz maravilhosa. O outro show que fui foi meu primeiro show do Angra, tinha apenas um ano que conhecia o som da banda que é maravilhoso. O fato de ter apenas um ano que conhecia as músicas não impediu que cantasse algumas das canções antigas deles, já que as faixas do novo cd estavam memorizadas.

No início do mês de dezembro fui ao show do Nightwish aqui em Belo Horizonte, a apresentação foi muito boa, com as músicas sendo muito bem tocadas. Durante o evento tive dificuldade de cantar as faixas mais antigas pelo simples fato de conhecer essas canções da banda a poucos meses antes deles tocarem na capital mineira, esse pequeno detalhe não atrapalhou que eu curtisse o show e as músicas antigas. Minha mãe foi ao show e ela adorou a banda principalmente a vocalista.

Algumas semanas após este show do Nightwish, fui ao terceiro show do Rock História Minas Gerais feito pelo Mr. Rock. O Rock História Metal Fest reuniu as melhores bandas de metal para participarem do evento. Algumas bandas já eram consagradas e velhas conhecidas por parte do público presente; porém algumas eram totalmente desconhecidas para mim, mas adorei escutar vertentes do metal completamente diferente do que estava conhecendo e acostumada a ouvir. A precisão que estas bandas tocam e a técnica de cada uma me impressionou muito.

Antes dos shows começarem teve uma tarde de autógrafos com a banda Shaman (antes da banda acrescentar mais um “A” ano nome); essa tarde de autógrafos foi um pouco tumultuada só que mesmo com esse tumulto eu e minha mãe (sim, minha mãe mais uma vez foi ao show comigo!!!) conseguimos pegar esse autógrafo. A banda foi a última a entrar no palco com direito a parabéns para um dos integrantes que estava fazendo aniversário nesse dia e teve direito a vários covers depois de tocarem as músicas do primeiro cd. O show acabou as 2:30 da manhã foi um dos melhores eventos que já fui.

Música

Capítulo 06 – Ano 2003

Crédito da Foto:Arquivo Pessoal

O ano de 2003 foi bem melhor pois, fui a mais shows que 2002, inclusive no Rock História 2, ouvindo músicas novas das bandas que eu amo e prestando atenção nas letras das bandas novas.

O evento que fiquei mais ansiosa foi o Rock História 2, como já tinha participado do primeiro não poderia deixar de ir ao segundo; participando mais uma vez desse projeto da Rock News.

No mês do meu aniversário fui ao show do Tianastácia para o lançamento do cd Na Boca Do Sapo Tem Dente. Pulei, cantei até ficar rouca e fiquei com as pernas doendo de tanto pular. Cheguei em casa as duas da manhã, mas muito feliz porque tinha mais de dois anos que não assistia um show da banda.

Mês de outubro, dia 10 às 21:00 estava esperando o show do Tianastácia começar, ótimo presente de aniversário, show maravilhoso duas horas para mim que me fizeram esquecer dos meus pais que não gostavam de jeito nenhum das minhas idas aos shows, mas não estou nenhum pouco preocupada com isso.

Dezembro de 2003 segundo show do Projeto Rock História Minas Gerais. 21 de dezembro às 17:00 já estava dentro do Marista Hall esperando as apresentações das banda. Elétrika, Terral foram as bandas que eu estava querendo ver; das bandas novas gostei do Supermodel e Speed de Porco. Tive a grande oportunidade de “bater cabeça” nos shows do Kamikase e Overdose que se reuniram especialmente para participarem do Rock História. Neste dia revi o Guilherme (MR. Rock) falei com ele rapidamente. O encerramento foi com a Orquestra Mineira de Rock, são maravilhosos; o vocalista da banda Cartoon cantando um música do Queen com a voz muito semelhante com a do Freddie Mercury. Assinei também o abaixo assinado que o Mr. Rock estava fazendo com a intenção de leva-lo ao governador do Estado para melhorar a estrutura de Belo Horizonte para as bandas novas e para as outras que estão no cenário há muito tempo. Com isso o cenário vai crescendo e a estrutura vai ficando melhor.

Mas para isso acontecer não pode ficar apenas com algumas pessoas como o Guilherme (Mr. Rock) e a rádio fazem, precisamos lotar os shows de nossas bandas favoritas. Dessa forma colocaremos o Estado e Belo Horizonte no circuito de shows internacionais.

Música

Capítulo 05 – Ano 2002

Crédito da Foto: Arquivo Pessaoal

O ano de 2002 foi maravilhoso para mim, fui a mais shows e conheci pessoas maravilhosas que infelizmente não posso vê-las sempre.

Os meses de maio, junho e julho foram de muito expectativa para mim.

O Guilherme (Mr. Rock) começou a falar de um projeto chamado Rock História Minas Gerais contando a história do Rock Mineiro quais foram os cantores e bandas que começaram a fazer rock em Belo Horizonte. Ao longo dos dois meses antes do primeiro show do projeto, ele começou a contar a história desses cantores e bandas entrevistando-as.

Para os shows, o Mr. Rock simplesmente chamou as melhores bandas mineiras apresentando-se no grande teatro do Palácio das Artes; esta apresentação aconteceu no dia trinta e um de julho de 2002, eu estava presente no show e adorei rever algumas bandas e conhecer o som de outros que me eram desconhecidas. Além do show levei um cd das bandas convidadas.

Como era de se esperar não fui ao Pop Rock, mas no mês seguinte fui a um grande show do Skank no Palácio das Artes que foi maravilhoso.

Música

Capítulo – 04 Ano 2001

Crédito da Foto: Arquivo Pessoal

Janeiro de 2001 Rio de Janeiro Rock In Rio III, bandas mineiras participam do festival três na Tenda Brasil e outras duas no palco principal. A banda Diesel fez o show de abertura no último dia de festival; tendo a oportunidade de mostrar suas músicas para um dos maiores públicos do Rock In Rio. As bandas Tianastácia e Wilson Sideral tocaram na Tenda Brasil agradando muito o público principalmente o Tiastácia; a banda teve uma ótima aceitação do público.

Neste ano de 2001 não fui em nenhum show, mas tive a oportunidade de ver a apresentação de uma banda no colégio onde estudava, sabia cantar a maioria das músicas. Essa é uma data que não esqueço, sempre que lembro dessa apresentação quando falo do colégio (sai do colégio em outubro) ou quando escuto alguma notícia ou música da banda.